Bonifcio e Janurio-Achados Perdidos
Stavl Zosimov


Um c?o e uma ovelha involuntariamente se encontram, s?o amigos e come?am a procurar seus donos juntos, superando todas as dificuldades da vida urbana dos desabrigados.





Stavl Zosimov

Bonifcio e Janurio-Achados Perdidos



Cap?tulo um



Em uma cidade tranquila e acolhedora na esquina da rua, um carro de uma cara marca estrangeira de classe feminina pra, ao volante de uma garota jovem e no banco de trs um lindo c?o franc?s branco da ra?a Bichon Frise chamado Bonifcio.



Bom, Bonifcio. fala Karina. Outra vez no tr?nsito. Estou farta disto.



A menina olha para o espelho retrovisor no sal?o e v? o rosto de seu animal de estima??o.



Eu n?o. Pensa na mente de Bonifcio. Ests a correr. Metes-te em qualquer lado e escreves, desapareceu.



Para onde ests a olhar? A Carina Est A Flertar. Eu percebo-te. Gostas tanto de andar em alta velocidade que gritas de espanto!



Se pudesse, dizia-te o que amo. Bonifcio indignou-se. Gosto de correr, n?o de dirigir.



Quem me dera que me compreendesses como pessoa. O que ser que ests a pensar? Salsichas, talvez?



Come as tuas salsichas de soja e indigriand. o c?o est nervoso. O que voc? sabe sobre meus pensamentos? Quero carne natural agora.

Como as raposas no programa sobre animais apanham ratos de campo. N?o o teu osso comprado numa loja de animais e feito com res?duos de ossos e aditivos qu?micos, que depois n?o  branco como todos os c?es, mas caqui como tu e os outros b?pedes.



N?o. Mas tu, Bonifcio, ests a pensar em alguma coisa. N?o ests a olhar para nada.



Ests a chatear-me. N?o gosto que me olhem nos olhos. A ca?a ao nariz tambm.



Na cal?ada, outra garota se aproxima do carro, que leva um c?o de ra?a semelhante na coleira. Um arco curvil?neo em seu pesco?o indica que o c?o  uma menina. Bonifcio v?-a de longe, p?e a l?ngua para fora e olha-a fixamente. O c?o tambm percebe o olhar atento de Bonifcio e come?a a acenar flertadamente com sua cauda cortada e correr de um lado para o outro da cal?ada.



Uma ovelha chamada Januaria est feliz em pastar em um campo verde fora da cidade, perto da borda da floresta, com seu rebanho. Os animais viciados em comer grama n?o percebem o que est acontecendo ao redor. Um pastor montado em um cavalo olha para eles e acena com a cabe?a, tentando superar o sono. Mas o sono domina-o e ele, caindo, come?a a dormir. O carneiro ouve o ronco do pastor, levanta a cabe?a e olha para ele. Depois, olha tudo ? sua volta. Ele v? uma das ovelhas jovens come?ando a se afastar do rebanho em dire??o ? cidade.



Januaria! Indigna-se o carneiro, o l?der do rebanho. Volta para o rebanho!



A ovelha Januaria levanta a cabe?a e olha para o carneiro.



Fui longe demais? Quem tem medo?



Como quem?! Esqueceste-te que h lobos na floresta?



Perto da cidade? Isto  de loucos.



Volta para o rebanho, filha. a m?e de january, a ovelha, indignou-se. E pra com isso, quando o teu pai te diz. O leite nos lbios ainda n?o secou, e agora voc? est mordendo.



Estou farto de ti. J n?o sou pequena. E voc? est a privar-me da minha liberdade. A relva  mais suculenta.



 suculenta em todo o lado. O Carneiro Insiste. Volta em sil?ncio e acompanha-os a todos. V?s, o pastor est a dormir outra vez.



Januaria lentamente se aproxima do rebanho e come?a a beliscar a grama. O carneiro e a m?e de Januaria se olham e tambm continuam beliscando a grama.



N?o se deixe levar por comer grama e n?o se esque?a de olhar para os carneiros adultos ao redor, que pastam nas bordas e protegem os jovens. Fala A M?e De Jo?o.



N?o sou jovem h muito tempo e posso dizer que sou adulta. O que significa que posso, n?o jejue no meio, mas nas bordas do rebanho, como voc?.



Est bem, m?e. Ela tem raz?o. Est na hora de ela se tornar adulta. Mas n?o te afastes do rebanho.



Est bem, pai.



No tr?nsito ao volante de um caro carro estrangeiro de classe feminina, uma jovem est sentada no banco de trs de um lindo c?o franc?s branco da ra?a Bichon Frise chamado Bonifcio. A chamada do smartphone da menina  ouvida, e ela o pega, clica na tela e uma conex?o de v?deo com o chamador aparece.



Ol, Karinka! Ent?o, o que foi?



Ol, Lidka! Desculpa! Deves estar ? espera.



N?o me digas. A Lucrcia e eu estamos exaustos. Combinamos ?s 11 da manh?, e j  meia hora.



Sa? mais cedo, pensei que n?o ia haver tr?nsito. Mas ela est aqui 24 horas por dia. A maldita rolha impede o encontro em que Bonifcio deve conhecer a tua Lucrcia, para produzir uma prole pura. D-me um cachorrinho.



Como combinado, Karinka. Vem ter comigo.



Claro que vou. Fala A Lidka. O que pode acontecer? J agora, viste a colec??o do costureiro azul na internet?



Sim, mas n?o  azul,  azul claro. Acho que  o que est escrito nos letreiros da rede de sal?es.



Tanto faz. Viste?



Est bem, aqui vamos ns. Rugiu na mente de Bonifcio. S?o pelo menos duas horas. Meu Deus, est abafado aqui?! Pelo menos abre as janelas. Correctamente. Ela n?o tem p?lo como eu?!



E Bonifcio novamente olha para o mesmo c?o correndo na Cal?ada, da mesma ra?a que ele est na coleira com outra dona de casa. Come?a a respirar mais intensamente, coloca a l?ngua para fora, levanta-se sobre as patas traseiras, estende o pesco?o para a janela e as patas dianteiras descansam no painel de controle da porta individual. Clica acidentalmente no bot?o para abrir automaticamente a janela. A janela abre-se silenciosamente. A dona dele est entusiasmada com a conversa. Bonifcio salta pela janela aberta e corre para a rua atrs dela.



A ovelha Januaria continua a pastar com prazer em um campo verde fora da cidade, perto da borda da floresta, com seu rebanho. Os animais viciados em comer grama n?o percebem o que est acontecendo ao redor. O pastor a cavalo dorme com a cabe?a ca?da. Januaria  decididamente viciada em comer e esquece o castigo materno. Gradualmente se afastando de seu rebanho. Isso  visto por lobos da floresta, que fica nas proximidades.



Olha,  Feroz. Aqui Kaskir. O pastor est a dormir.



E ali, a ovelha negra a desprender-se do rebanho. V? o lobo Balwan. Podemos ir?



N?o fa?as isso, Idiota  Pra O Feroz. Ainda n?o. Afasta-te dos teus. Enquanto isso, vamos decidir como nos aproximamos dela discretamente.



N?o h nada a dizer. O Balwan Est A Oferecer-Se. Ataquem-na e ataquem-na. Eu e o Kaskyr vamos lev-la.



Pois . Sugere Feroz. E o pastor tira-vos a espingarda. V?s o coldre do lado do cavalo com o corte saliente?!



Que disparate, Idiota. o Kaskyr est a rir. Fala tu, Dur?o. N?o vamos almo?ar.



 o que estou a sugerir. Continua Feroz. Rastejar para se aproximar e impedir que a ovelha retorne ao rebanho. Tu, Kaskyr, vais bloquear o caminho dela para os teus. O balwan que rasteje e bloqueie o caminho dela para a cidade. Vou rastejar pelo centro. E quando eu disser, vamos lev-la para a planta??o oposta.  l que a cobrimos.



Bem pensado.



O que devo fazer? Pergunta O Idiota.



s est?pido ou qu?? O Cascavel Est Indignado. N?o ouviste o que o dur?o disse?



Ele  um idiota, o que  pior. Complementa O Feroz.



A srio?! o idiota est a ferver. Lembro-me de algo sobre a cidade, e depois bocejei e n?o ouvi.



V l, Idiota. Diz O Idiota.



Deixa-o em paz, Kaskyr. Oferta Feroz. Tu, seu idiota, ests a rastejar para a cidade e n?o a deixes entrar na cidade. Percebeste?



Agora sim.



Ent?o vamos ? ca?a. E se fizeres asneira outra vez, vais ser o almo?o. Percebeste?



Sim E se o Kaskyr deixar? Vamos com?-lo?



N?o vou perder. Queres apostar?



Basta. A Cascavel Rosna. N?o estou a dizer literalmente, estou a dizer figurativamente que vamos comer algum que n?o est do seu lado. O que significa que vai ser longo e doloroso  para todos, menos para mim.



Os lobos come?am a rastejar em dire??o ao objetivo.



Bonifcio salta atravs de uma janela aberta para a cal?ada e corre o c?o que vai embora. Outra dona de casa com um c?o misterioso est andando na cal?ada e Bonifcio est se aproximando. Mas o estranho rosna flertadamente e foge de Bonifcio.



Deixa-me em paz, estranho. aestranha Bonifcio. Ests a cheirar o qu?? N?o sou tua amiga.



s linda. Lisonjeia Bonifcio e cheira.



Eu sei. E tenho namorado. responde nervosamente a desconhecida.



Bonifcio a persegue novamente. Ela est a afast-lo ainda mais.



O tipo n?o  uma parede, pode mover-se. Fala Bonifcio.



Esperto, n?o ? Larga-me, j disse. Sim, estou



Sen?o o qu??



Sen?o, a minha patroa manda-te embora.



De repente, a mulher vira  se para a porta da loja de animais, abre a porta e entra. Bonifcio corre atrs do cachorro, mas a porta se fecha diante do focinho de Bonifcio.



Que chatice. Estava a come?ar a ganhar confian?a. E aqui est?o as malditas barreiras humanas. Por que n?o viver como todos os animais? N?o! As pessoas t?m de se separar.



Cap?tulo dois



Gradualmente se afastando, Januaria n?o percebe o qu?o longe se afasta das outras ovelhas. De repente, Januaria ouve um rugido sinistro de um lobo chamado feroz da grama alta, e imediatamente percebe que o perigo est prximo. Sem hesitar, ela corre em dire??o ao seu pastor e rebanho, que ainda est adormecido. Um lobo chamado Kaskyr sobe da grama e  bloqueado, e Januaria  for?ada a fugir do rebanho em dire??o ? cidade. Do lado da cidade, o lobo Balwan se levanta da grama e olha com medo para a ovelha que corre. Vira  se e foge para a cidade. Os lobos correm atrs da ovelha e a ovelha corre atrs do terceiro lobo em fuga.



Leva-a para a floresta, Idiota! O Kaskyr Grita.



Foge para cima dela, Idiota! guia o feroz.



Balwan pra e January o atinge em velocidade. Eles est?o rolando em Cubanas. January salta e continua a correr sem olhar para a cidade. Os lobos passam por seu companheiro e ele se levanta e corre atrs deles. O pastor acorda e atira no ar, depois endireita o chicote e salta na dire??o dos lobos que fogem.



O Cavalo A galope alcan?a o Balvan atrasado e o pastor-agricultor Ivan, com a ponta do chicote, bate nele nas costas.



Toma l, sacana admiro o Ivan. Bem feito.



O balwan lamenta e vira-se para o lado. O feroz e o Kaskyr tambm v?o na dire??o oposta ao Balwan. O pastor-fazendeiro Ivan rapidamente vira na dire??o de dois lobos e os rouba, batendo-os em movimento com um chicote, em uma planta??o de rvores.



Que tal isto? E assim? Di? A minha Janurio n?o teria do?do? E que o meu rebanho n?o tenha o vosso esp?rito Parasita.



O pastor-agricultor Ivan pra, vira-se e salta em dire??o ? borda dos edif?cios da cidade, onde viu pela ?ltima vez sua Ovelha em fuga, Januaria.



Bonifcio olha para a porta, em seguida, em dire??o ao carro de sua dona e v? o fluxo de carros saindo do lugar e seu carro com todos simplesmente indo embora.



Querida, e eu? Bonifcio surpreende.



Bonifcio, gemendo histericamente, e latindo, corre atrs do carro que se afasta, mas logo o perde de vista. Em p?nico, ele come?a a correr pelos ptios. Bonifcio corre pela rua e, vagando, corre para um bairro desconhecido.



Mas podias olhar-te ao espelho para mim, certo? Ent?o, n?o. O smartphone  mais caro. Bonifcio Indignou-Se. Para onde vou agora? N?o tenho um bionavigator, pois n?o?! Sempre no carro pela cidade. Era o ?nico lugar onde eu corria.  assim t?o estranho?!



Januaria corre para os limites da cidade, corre para o seu territrio e aspira ao quadrado, onde agora est lotado. De vez em quando, olhando para trs.



Acho que j passou  O Janurio suspira e pra. Como  que eu chego aos meus?! Os lobos devem ter ficado ? minha espera. Vou dar a volta. Eu j sou adulta e tudo o que vem ? minha mente n?o  mais tagarelice infantil, mas pensamentos de uma ovelha adulta.



Januaria corre at a esquina da rua e v? a grama intacta. Esquece-se de tudo e come?a



Eles podiam comer-me, n?o podiam?! Continua a raciocinar January. A minha m?e disse-me para pastar no meio. O meu pai j  adulto! Deixa-o habituar-se. E eu tambm. Julguei-me adulta. E agora?!



Bonifcio, o c?o loiro, pra na esquina da rua e v? uma ovelha negra pastando nas proximidades. A ovelha Januaria parece assustada e perdida e muitas vezes engasga a grama, tossindo e beliscando a grama novamente avidamente.



Quem  esta? Pergunta-se Bonifcio. N?o se parece com os meus. Vou conhec?-la. Talvez ela tenha visto para onde a minha patroa foi.



O c?o Bonifcio corre em dire??o a um Zhanuaria pastando. January v? sua apari??o abrupta e salta para trs.



s algum idiota? Ests a assustar-me!! Quem raio s tu?



Oh, desculpe. N?o pensei que te ia assustar. Sou Bonifcio.

E quero perguntar-te, se ests aqui h muito tempo, viste onde  que a minha patroa se meteu no carro?



N?o vi. Eu mesma me afastei do rebanho e n?o sei como chegar at eles.



Da cidade para o campo. Sugere Bonifcio.



H lobos ? minha espera na relva. responde Jo?o.



Porqu?? Deves-lhes alguma coisa?



N?o. S querem comer-me.



Como est a carne enlatada?



Desconhecer. Nunca fui comido antes. E suspeito que, se me comerem, n?o vou responder ? tua pergunta.



Que resposta t?o bonita. Bonifcio est a abanar o rabo. Sabes que mais? que tal ajudares-me a encontrar a minha patroa e eu ajudar-te-ei a encontrar o caminho para a tua manada?



Conforme. Como te chamas?



A patroa chama Bonifcio.



Prazer em conhec?-la.



 um nome bonito.



N?o sou bonita?



s muito bonita e o teu nome combina com a tua cara.



Oh. Obrigado! Nunca ningum me elogiou.



Agora voc? vai ouvi-los da minha boca em todos os lugares!!!



s um cavalheiro Vamos ser amigos?



Conforme. Especialmente porque estamos ligados pelo mesmo problema.



Acho que ser mais fcil lidar com as dificuldades e sugiro come?ar a contornar os lobos primeiro. E se encontrarmos o meu rebanho, o dono  um agricultor e ele  um pastor e a tua senhoria vem buscar-te.



Ent?o, o que estamos a fazer? Vamos?!



O c?o Bonifcio e a ovelha Januaria caminham pelo beco. De repente come?a a chover.



N?o era o suficiente.



Temos de nos esconder da chuva.



Tens raz?o, Bonifcio, e isso vai dificultar-nos a passagem pela cidade.



A propsito, h um dossel abandonado. talvez possamos esconder-nos debaixo dele.



Certo, vamos correr. Sen?o, o cabelo vai estragar-se.



O c?o Bonifcio e a ovelha Januaria correm para o dossel de uma rvore que cresce na parede de um prdio de vrios andares e correm sob ele, mas eles j v?em que gatos desabrigados encontraram abrigo, que olham ferozmente para eles e come?am a assobiar apaixonadamente.



O que  que voc?s est?o aqui a fazer? Um gato ruivo.



Todos os lugares est?o ocupados. Acrescenta o gato preto.



 melhor sair daqui, porque temos garras afiadas. Amea?a o gato branco.



Est a chover l fora?! Responde Bonifcio. Vamos esperar e sair.



N?o vamos incomod-lo. Acrescenta Jo?o.



Estamos aqui



Foi mal explicado? O gato vermelho est a explodir.



Explicar-lhes o qu??! Um gato branco castanho. Tens de lhes dar uma Tareia. E que tal?!



Espere, espere. Est a impedir o Janurio. N?o discutas. Se n?o formos suficientes, vamos embora. N?o , Bonifcio?



Porque temos de ir? Perguntou Bonifcio.



Porque s?o maiores e mais maus. Acrescenta Jo?o.



Para mim, h espa?o para todos  Bonifcio Sorri.



Os gatos se levantam para pular e, lentamente, pressionados contra o ch?o, andam assobiando e expondo suas presas e abaulando suas garras. Bonifcio tambm em resposta come?a a mostrar os dentes. E ent?o os gatos pulam em Bonifcio, mas Janurio o agarra pela cauda com seus dentes e corre rapidamente de debaixo do dossel, puxando Bonifcio tambm. Os gatos batem no tronco de uma rvore. Caem, sacudem as cabe?as e saltam de novo sobre a Januaria fugitiva, em cujos dentes est a cauda de Bonifcio. E ele bate como uma cauda no ch?o.



Deixa-me ir. Bonifcio Murmura. Posso correr sozinho.



January pra e solta a cauda. A chuva come?a a cair ainda mais.



Estes gatos n?o s?o gratos. Indignado, Jo?o. Expulsaram os infelizes animais.



E ali, a entrada entreaberta. Porque n?o vamos at l?



Exatamente. J estou a sentir humidade na pele.



Assustados com a chuva, Janurio e Bonifcio correm para a entrada e tentam correr para a entrada aberta da casa. Mas eles imediatamente se deparam com uma empregada de limpeza que abriu a porta especificamente para a limpeza. Janurio e Bonifcio correm molhados na entrada e correm para o interior. Eles se viraram e viram suas pegadas deixadas por suas patas sujas. Eles olham com medo e culpa para uma mulher sensacionalista.



Voc?s est?o loucos? A empregada grita. Acabei de limpar isto, e voc? deixou-me outra vez. Saiam daqui, seus vagabundos!! Apanham o gado nos apartamentos e depois expulsam-no. Tenho de lavar cinco vezes por dia?




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